Ugo (Cadillac Dinossauros), o anti-herói de PG lança seu primeiro disco solo e clipe, veja agora

Diretamente das colinas dos montes uivantes eis que surge ele, UGO, alter-ego de Hugo Alex, com seu primeiro trabalho solo depois de 13 anos como baixista da Cadillac Dinossauros. Intitulado 333, o álbum veio acompanhado do clipe da primeira faixa do disco “El Paso”, lançado no ínicio de março.

Sempre rodeado de arte, amigos, discos, assim como nos desenhos os personagens eram atraídos pelo cheiro até o prato de comida, Ugo foi enfeitiçado pela magia da música desde muito cedo. “Hoje devo para o universo, meu humilde presente pra ele foi o disco que gravei, e os que ainda virão” comenta o baixista.

Gravado nos estudios da Atary Punk por Leopoldo Stadler, o álbum que possui 8 faixas teve participações de amigos e músicos da cidade, como Daniel Spekalski, Eric Santana e Matheus Stimmer. “Eu chegava no estúdio e convidava quem estivesse ali pra gravar alguma coisa, então foi um processo muito espontâneo. Peguei a vibe de cada um pra somar no álbum sem eles nunca terem ouvido a música antes de gravar, foi uma doidera!”

Inspirado artisticamente por seus irmãos mais velhos, no seu início ouvia muitas bandas punks e de grindcore. Com o tempo passou a ser influenciado também por grandes nomes da música nacional como Arrigo Barnabé, Jards Macalé e Itamar Assunção, e também internacional como The Residents e Tom Waits.

É possível sentir todas essas influências que formaram Ugo em 333, mas é impossível encaixar em algum estilo especifico. Entretanto nota-se uma atmosfera experimentalista muito forte, horas soa como uma trilha sonora de filmes de velho oeste, outras, vocais que lembram as bandas de grind, e há momentos de ruídos e samples insanos. O novo álbum do Ugo é uma espécie de criatura que mistura belas canções de Rogério Skylab, a trilhas de um desenho mal-animado da Hanna & Barbera, somado a Hank Willians III com uma doses exagerada de noize.

O clipe para “El Paso” tem roteiro e direção de Hugo Alex, filmagem e edição por Rodrigo Alves, assistência de Alíton Matos e participação de Eduardo Costa. A história non-sense se passa em um lugarejo fictício chamado El Paso, um cenário que remete a um filme Western. O personagem apresentado é um hibrido de Django com Toninho do Diabo “reclamão”, que carrega durante todo o clipe um case de baixo misterioso por uma estrada de terra.

Confira o resultado do álbum 333 agora clicando aqui!

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